Nosso.Blogger O blog colaborativo.


Lembrança.

Há algum tempo atrás, estaríamos sorrindo.

Sorrindo um para o outro, como duas crianças brincando.

Você pegaria minha mão, a observaria.

Sussurraria algo bonito e me deixaria sem palavras.

Caminharíamos na praia enquanto o sol fosse substituído pela lua cheia.

Nos beijaríamos calma e lentamente.

Do seu jeito mais doce e tranquilo, você me abraçaria e cuidaria de mim, do mesmo jeito que fazia antes.

Agora, a única coisa que fazes, é transformar tudo aquilo que foi lindo em uma apagada lembrança.

 

Publicado por:

yasmim donato  - http://thisismyafterlife.blogspot.com/
Twitter:@_worthlesss

 



Escrito por Yasmim Donato �s 19h36
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Um Brasil vaidoso

Agora sim parece que vivo num país que se ama, começamos o ano com as capas de duas revistas semanais conceituadas com a exaltação do Brasil, porém precisamos começar a entender melhor o que devemos colocar na hora de nos exaltarmos.

Bom, Michel Teló é bom? Sim, não é ruim para quem gosta de sertanejo, mas é ruim para os que não gostam. Até aqui tudo bem. Agora dizer que uma música escrita em 2008 é a representação da cultura popular?

Não, isso é errado, quantos no Brasil sabem sobrem o Brasil? Acho que representação da cultura nacional é dar valor à bandeira, ao hino, as lendas, as paisagens, as cidades históricas, as construções, os quadros, os filmes e até mesmo as músicas, mas não é músicas com baixo nível intelectual que deveriam representar o Brasil.

Tem muita coisa que eu ainda não conheço do meu país e que tenho descoberto aos poucos e que garanto que são mais representações da cultura nacional do que a música “Ai se eu te pego”, por exemplo, quantos sabem que existem um ritmo chamado Tecno Macumba? Quantos sabem me dizer o nome de seis artistas da Vanguarda? Quantos sabem o nome de 5 filmes nacionais lançados em 2011?

Cultura nacional é algo tão abrangente ainda mais em um país onde uma cultura é parte de várias outras, digo isso pois em um país onde europeus, africanos, asiáticos e outras pessoas de outros países trouxeram suas culturas e essas misturaram umas com as outras gerando uma cultura miscigenada tão abrangente e tão acolhedora que não poderiam se resumir somente a uma música.

O fato de a música estar tocando no mundo inteiro é algo interessantíssimo, não acho ruim isso, o que me irrita é a parte que a revista Época colocou em sua capa de que “traduziu os valores da cultura popular para todos” isso meio que diminui a nossa cultura.

O Brasil é um país tão especial que consegue engolir as culturas de outros povos e gerar uma nova cultura, meio que às vezes tira a originalidade, mas nem por isso deixa de ser grandioso. Por falta de assunto prefiro que as revistas não sejam editadas, afinal de contas o que foi feito gerou um efeito negativo para a Revista Época, pois os brasileiros que não gostam de sertanejo se revoltaram.

Bom, gosto do Michel Teló, gosto da música e não gostei da revista e muito menos da brincadeirinha da capa, até porque eu achei muito tendeciosa e pode gerar um duplo sentido inaceitável, além de que sabemos que a música não é dele, mas que a interpretação dele foi e está sendo a melhor e por isso ficou famosa. Quero muito sucesso para ele e muito sucesso para música, só acho que a Revista Época tem que maneirar no sensacionalismo, assim como a veja fez com o Neymar.

Publicado por:

Gustavo Chaves - guschaves.wordpress.com
Twitter:@guschaves

 



Escrito por Gustavo Chaves �s 19h51
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Quero escrever mas não sei o quê

Quero escrever mas não sei o quê
As lembranças me levaram com elas
E eu fiquei aqui, sozinha comigo mesma
Sem saber como me
suportar

Estrelas procuram por mim
Mas meu brilho, já não se acende mais
Meus pensamentos
alcançam onde eu não posso ir
E tudo que eu sei perde o sentido

Cada traço ou verso sai desconexo do meu peito
Quero escrever, mas não sei o quê

A noite lá fora faz barulho e é feliz
Aqui dentro vazio e frio
Existe uma parte a ser preenchida
Nesse imenso vazio chamado vida

A verdade
está aqui dentro
Gritando para ser dita
Mas a voz embargada e cheia de lágrimas
Nada quer proferir além de silêncio

Cada palavra é solitária e triste
Quero escrever, mas não sei o quê

O mundo parece esperar por mim
Mas as forças escorrem entre os dedos
Cada passo é pesado e sem direção
Caminho por entre ruas sem destino

Nada além de pensamentos secretos
Nenhuma flor para enfeitar o tempo
Sentimentos que escondo entrelinhas
Quero dizer, mas não sei o quê...

Postado por: Ana Lopes

www.analopes9.blogspot.com.

www.twitter.com/analopes9

 




Escrito por Ana Lopes �s 22h22
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O MOLEQUE E O LEQUE

Ele estava um azougue aquele dia. Na mão um leque vermelho, no qual achava a maior graça. Três anos se tanto, pele morena, pernoca fina de queniano que não se cansa nunca. O pescoço grudento de suor que suava e secava, suava e secava. E ria, ria bastante com risadinhas quase nervosas de tão satisfeitas. Ia e voltava incansável pela festinha familiar. E de leque vermelho na mão.

Era grande o tal do leque. Não vi como ele fazia, mas ele prendia um dedo numa reentrância do leque e jogava o resto com vigor para baixo. O leque se abria, traaá, e ele ria, ria que se matava, ria de tanta vida.

Traaá, traaá, traaá pela casa toda. Ele jogava o leque, jogavam os montes de parentes que ele ensinava a usar o leque. Dava pulinhos frementes quando conseguia ensinar a fazer traaá.

Eu só olhava. Na hora achei graça, mas achei que era só isso. Contudo, o leque e o traaá foram comigo para casa, na minha mente e no meu ouvido. Semanas depois ainda me pegava rindo sozinho da cena. Tinha sido contaminado pelos gritinhos saltitantes de alegria de um menino de três anos com um leque na mão. Ele mexeu com todos, fez o ambiente orbitar em sua volta. Uns se divertiam desbragadamente, outros como eu riam com reticência prazerosa. Preferi prestar atenção a participar. Não fiz o traaá. Mas o moleque com o leque grudou em mim, como que a me lembrar como é estar vivo.

É pouco provável que eu me divirta tanto com um leque, um leque apenas. Julgo-me sofisticado. É coisa de criança isso. Mas queiram os céus que eu seja também tal azougue a espirrar felicidade em tanta gente. Traaá.

Postado por: Marson Guedes

Blog: http://blogdomarson.tumblr.com

Twitter: @marsonguedes 



Escrito por Marson Guedes �s 18h07
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SEM VIDA


Muitas pessoas vivem intensamente
Aproveitando a cada fração de segundo
Extraindo ao Máximo tudo o que a vida
Pode oferecer a cada um

Eu também vivo, mas de uma forma diferente
Eu vivo de passado, eu vivo de sonhos
Até posso dizer que vivi varias vidas
Mas nenhuma delas era a minha

Vivo enterrado em livros
Vivo através de personagens de seriados
Vivo a vida de pessoas que admiro

Muitas vezes paro e penso?
Qual será o sentido da minha vida?
Por que estou aqui?
O que vim fazer neste mundo?

Ainda não encontrei minhas respostas
Ainda não encontrei um motivo

Estou à procura daquele "bang"
Que faz com que as luzes em minha
Cabeça se acendam e me dêem uma perspectiva

Cresci e me criei em um mundo alternativo
Dando vida às fantasias mais loucas que
Alguém é capaz de inventar a si mesmo
Em alguns momentos até creio ser real

...vivo rodeado de amigos
Inteiramente só...

Não sei se os outros estão prontos para
Compartilhar minha realidade
Ou talvez eu não esteja pronto para demonstrar
Minha insanidade

A cada momento sozinho volto ao meu mundo
Me perco, me esqueço e me percebo vivendo
Em meu próprio mundo de faz de conta

Lá não há algodão doce
Não sempre a sorriso
E raramente encontro alguém

Durante a noite a realidade se torna
Um fardo pesado de mais pra eu carregar
Durante a noite eu posso ser quem eu quiser
Por saber que jamais serei.

B- Viva a realidade!

A- Nela não tem nada que me agrade.

B- Nela você pode me encontrar. ^^

A- Talvez seja por isso que não quero voltar.

...ha um incêndio La fora
Ha uma dilúvio aqui dentro...

Convivo com meus lapsos noturnos acompanhado pela insônia
Onde me levanto acendo um cigarro e escrevo.
Simplesmente escrevo o que não posso dizer
Pra mim mesmo.

Quem sabe um dia eu encontre o caminho
De volta à realidade, talvez eu ainda não
Esteja pronto pra tornar a encarar a fria
Realidade que me aguarda, mas aqui ainda resta calor.

B- Sai deste quarto vá viver!

A- Estou vivendo.

Vivo múltiplas vidas
Simplesmente por que
Eu sou um sem vida.

Postado por: Iran A. Neves da Silva


Escrito por Equipe Nosso.Blogger �s 23h12
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Os estranhos do bem

Pouco lembro do apartamento onde passei minha infância, mas não esqueci nada da rua onde morava, das casas vizinhas, do quarteirão inteiro onde eu brincava desde o início da tarde até o início da noite e, por vezes, inclusive à noite. Naquela época não havia medo de assaltos, de atropelamentos, de sequestros relâmpagos: a gente pegava a bicicleta e saía com a maior liberdade, sem pânico nem neuras, o oposto do que acontece hoje, quando as crianças só podem ncar dentro do prédio, em prisão domiciliar. Porém, mesmo com liberdade, havia um perigo rondando. Você deve lembrar o que nossos pais buzinavam em nossos ouvidos a cada vez que abríamos a porta de casa para sair: Não dê conversa a estranhos. Mais uma vez, é o oposto do que acontece hoje. Trancafiados em casa, com as bicicletas enferrujando na garagem, nã o se faz outra coisa a não ser dar conversa a estranhos.

 

Quando menina, eu me perguntava: o que será que eles (os adultos) querem dizer com “estranho”? Estranho, pra mim, era um cara que usasse óculos escuros à noite, tivesse um bruta cicatriz ao lado da orelha e uma faca ensanguentada entre os dentes. Mas estranho, pra eles, ia além: era qualquer um que a gente não conhecesse. Podia ser o pároco do bairro: um estranho. Corra!

 

Assim que tive idade para diferenciar conhecidos e estranhos, acolhi ambos. De um lado, me apegava às amigas do colégio, todas falando igual, vestindo igual, pensando igual e usando o mesmo cabelo: nada como reforçar nossa identidade. De outro, queria saber como era viver em outro país, ter experiências diferentes das minhas, outros costumes. Os livros e o cinema alimentavam essa minha curiosidade, mas não bastava. Então me inscrevi num programa de intercâmbio de correspondências e acabei fazendo amizade com a Julie, que morava no interior da Inglaterra, com o Carlos, que morava no México, e com a Michelle, que morava na Nova Zelândia. Trocávamos fotos, falávamos da nossa vida pessoal, contávamos segredos que atravessavam oceanos, tudo em cartas escritas ora em inglês, ora em espanhol, e quando ninguém se entendia, desenhava-se. O que foi feito deles? Não faço a mínima ideia. Mas foram esses estranhos que ampliaram um pouco os meus horizontes e deram sabor de aventura à minha adolescência.

 

Aí a gente cresce e inventam um troço chamado computador. E os pais somos nós! Conscientes das nossas responsabilidades, batemos à porta do quarto das crianças e damos sequência à tradição, alertando-os: “Não dê conversa a estranhos”.

 

Quá, quá, quá.

 

Afora as orientações inevitáveis contra pedófilos e mal-intencionados em geral, é preciso relaxar: ninguém com mais de 10 anos evita estranhos, ao contrário, eles são buscados freneticamente no MSN, no Facebook, no Twitter, no Orkut, onde todos se expõem, transformando o mundo num gigantesco albergue coletivo. Uma versão ligeiramente mais abrangente e instantânea do que aquele meu programa de correspondência internacional.

 

Jamais pedi atestado de bons antecedentes para quem não conheço. Estranho é mau? Estranho é pior do que a gente? Se devemos ter vigilância com nossos filhos - e devemos mesmo - é preciso também controlar a paranoia e não surtar por eles trocarem ideias com quem nunca viram antes, e provavelmente jamais verão. Dar conversa a estranhos não significa dar o endereço, o telefone e a senha do banco. Pode ser apenas um bate-papo divertido. E só pra lembrar: estranhos, somos todos.

(texto de Martha Medeiros, publicado no jornal Zero Hora/RS)



Escrito por Equipe Nosso.Blogger �s 21h31
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Um dia acaba

Ela procurava alguém para ser feliz ao seu lado.
Procurava uma companhia.
E encontrou.
Depois de alguns meses, a amizade tinha se tornado algo mais, OFICIALMENTE.
O maravilhoso conto de fadas tão sonhado.
Eles saiam no final de semana, e durante a semana, e sempre que dava um tempo, corriam para se ver.
As ligações eram constantes. Ele ligava para dar bom dia. Ela ligava pra saber da tarde dele. Eles conversavam por horas antes de dormir.
Não tinham muito para falar sobre o dia, haviam estado juntos por um bom tempo.
Mas era confortante ouvir a voz no telefone.
Eles já não tinham tempo para os amigos, exceto quando estavam trabalhando ou estudando e algumas raras vezes quando o outro saía com a família.
As contas do telefone começaram a pesar no bolso.
Muitos minutos em ligações, que a cada dia ficavam mais silenciosas.
Perceberam que passavam o dia lado a lado, mas a rotina tinha tomado conta de tudo.
Já não era mais tão legal se ver todo o tempo, e o assunto era escasso.
Aquela paixão estava se apagando e eles haviam sufocado qualquer chance de nascer dela algum amor.
Em um novo dia, ela voltara a escrever em seu blog e ele a jogar jogos em rede pela madrugada.

 

Postado por: Juliana Cappelatti
Blog: http://minhasilusoes.tumblr.com/



Escrito por Juliana Cappelatti �s 18h33
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A vida em ciclos

Abri minha janela dos fundos hoje e vi muitas folhas caindo das árvores. Borboletas alaranjadas voavam aqui e ali. Assisti esse espetáculo como se nunca tivesse visto nada igual e compreendi o quão sábia é a natureza.

As árvores perdem suas folhas no outono para poderem dar frutos, e depois, na primavera, recuperam todo o seu viço e florescem novamente.

A vida da gente é assim também. Só que não compreendemos isso, por isso sofremos.

Às vezes passamos por perdas e ficamos nos debatendo, sofrendo por elas. Mas se em vez disso compreendermos que elas são necessárias para que possamos frutificar, poderemos voltar a florescer, recuperamos o viço.

Hoje estamos no outono. Amanhã enfrentaremos o inverno rigoroso, frio, sombrio. Mas depois a primavera certamente virá e com ela toda a cor e alegria serão novamente parte da paisagem e em seguida teremos toda a luz e o calor do verão.

A vida é feita de ciclos. Quando um se encerra, outro já está começando e assim sucessivamente.

Precisamos estar prontos para o que vier. Compreensão, aceitação, resignação e atitude para não deixar passar o tempo certo de florir.

Postado por: Tuka Siqueira


Escrito por Tuka Siqueira �s 22h52
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 O TEMPO, O VENTO E O MUNDO


O tempo...

A vida flui em seu ritmo frenético
Meus pensamentos permanecem estagnados
Presos a um passado que não se apaga

Tic tac tic tac
Um passo a diante
Dois para trás

Eu já tentei seguir
Eu já tentei acreditar
Eu já cansei de esperar

Sinto por não sentir
Eu vivo por não viver
Quero não mais querer

Muitas vezes venho até aqui
E repito as mesmas frases
Com ritmos diferentes

Me falta o novo
Eu tenho o velho

Eu escrevo por não ter
Coragem pra contar
Me lanço verdades
Pra me forçar a acordar

Eu tenho tudo o que preciso
Eu alcanço tudo o que espero
Mas o que eu realmente preciso?

Não tenho do que reclamar
Não tenho motivos para sofrer

B- Então o que te falta?

A- Tudo o que me falta é uma simples coisa
Que todos parecem ter, e essa única coisa
Faltante em minha vida me faz sofrer.

O vento...

Ele sopra em minha janela
Sinto seu toque afagar meu rosto
Embalado por uma sinuosa melodia
A chamar pelo meu nome

O vento é como meus sentimentos
Posso sentir no físico, mas ninguém pode ver
Como o abraço que ficou vagueando pelo salão da memória

Ele fala comigo
Ele entende o meu suplicio
Ele pode me ver enquanto estou só

Posso ouvir uma longínqua canção
Em meio as minhas preces
Pra por fim nessa solidão

O vento é meu amigo
O silêncio me escuta
A lua me ilumina

Diante da janela vejo o mundo lá fora
Um caos controlado
Vivendo minha vida com o coração apertado

B- Eu sei de você.

A- Eu não sei de mim.

B- O que espera?

B- Que o mundo de mais uma volta.

O mundo...

Eu assisto o mundo pela tela emoldurada
Dos metais da minha janela
Ouço o som da vida na terra
Trazidas pelo vento que sopra
Me lembrando que não estou só

Cidades inteiras iluminadas
Com seus transeuntes ofuscados
Pelas sombras que rodeiam a vida cotidiana

Um turbilhão de emoções
pensamento frenético
um silêncio aqui dentro.

B- Mas e a sua vida como vai?

A- Estou seguindo por falta de opção.

B- Basta querer mudar e você pode!

Tudo as mil maravilhas
Uma linda noite de lua cheia
Com um céu cravejado de estrelas

Sorrisos de amigos por toda parte
Conversas com os queridos
Sinto que algo aqui dentro ainda bate

Meus sonhos prestes a se realizar
Minhas fantasias tão perto que já posso tocar
Um café venti pra me acalmar

Eu tenho tudo que preciso
Eu quero tudo o que não posso ter
O que me falta pra que eu posso dizer...

Tudo o que eu quero
Tudo o que eu preciso
Tudo o que me falta

É amor, a única coisa que me torna completamente vazio
Sem ele tudo o que eu tenho me torna infeliz
A noite perde a graça, as estrelas perdem o brilho
E a minha lua se apaga.

B- Do que você está falando?

A- Tudo o que não tenho, tudo o que preciso.

B- Para olha pra o que você já tem.

A- tem razão eu tenho tudo
O tempo, o vento e o mundo...
Postado por: Iran Augusto

 



Escrito por Iran A. Neves da Silva. �s 16h27
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O que só eu vejo

Quando a conheci era uma menina meiga, tímida e radiante. Eu a vejo passar e, mesmo sem trocarmos uma palavra, sei tudo que se passa com ela. Acho que ninguém nunca percebeu a beleza e sinceridade no rosto dessa pequena. Seu olhar e seu sorriso deixam transparecer todos seus sentimentos, sei quando está feliz, quando algo está errado, vejo sua preocupação e sua angustia. Ao mesmo tempo em que ela é misteriosa ela é transparente.

Um tempo atrás ela teve um grande amor, via-se em seu olhar o quanto estava apaixonada. Eles ficaram juntos durante 6 meses e, depois de se separarem, ela desabou. Por outros longos 3 meses ela não conseguia esconder a tristeza e a vi muitas vezes sendo consolada pelas amigas. Agora, quando fica sozinha, sempre está com fones e a cabeça baixa. Quando está acompanhada, aparentemente, se diverte com seus amigos.

Ela ainda é uma menina meiga e tímida, mas já não é mais radiante, se vê que ela foi profundamente magoada e ainda não conseguiu superar tudo. O que mais me dói é saber que sou o único ao seu redor que percebeu isso, pois enquanto seu sorriso hipnotiza a todos, eu vejo que não há mais brilho em seus olhos.

Postado por: Juliana Cappelatti
Blog: http://minhasilusoes.tumblr.com/



Escrito por Juliana Cappelatti �s 17h26
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Sucesso não combina com indefinição

De que maneira você vem cuidando de seus grandes sonhos? Com que freqüência tem pensado neles e no modo como vai realizá-los? Você compartilha esses sonhos com alguém ou eles vivem secretamente, quase abafados, dentro de você? Responda sinceramente: em quanto tempo você conseguirá concretizá-los?

Calma! Respire fundo. Todas essas questões têm por objetivo despertá-lo, tirá-lo por alguns instantes da chamada zona de conforto...Pra começar a realizar seus sonhos, o primeiro passo é saber distinguir entre um simples desejo e uma meta estabelecida e planejada passo a passo...

Desejar é relativamente fácil porque não implica compromisso nem planejamento... para se conquistar o objeto do desejo. Agora, quando acontece de se querer verdadeiramente algo, quando o desejo vem do coração, ele transborda e acaba invadindo cada partícula do nosso corpo e da nossa mente. É uma vontade tão intensa de fazer ou possuir algo que, inconscientemente, contagiamos tudo e todos ao redor. Quem é tomado por esse querer intenso... Passa a viver em função de seus objetivos. Para isso, estabelece metas e traça um planejamento minucioso das ações necessárias até a conquista...

Na verdade, falta à maioria das pessoas força de vontade para estabelecer metas. Elas consideram a fase do planejamento muito trabalhosa, dão como desculpa a falta de tempo, o cansaço, e acabam arquivando suas metas para sempre. Essas pessoas passam a levar a vida como um navio sem leme, cujo destino está ao sabor do vento e da correnteza. Infelizmente, elas jamais chegarão ao cobiçado porto chamado sucesso; estão fadadas a rotas menores e desimportantes. Por isso, tenha objetivos claros, escreva-os, trace um plano, planeje cada passo, fixe e cumpra as metas estabelecidas e você vai concretizar seus verdadeiros desejos.

(texto de Tadashi Kadomoto no livro "Ninguém tropeça em montanha")



Escrito por Equipe Nosso.Blogger �s 17h37
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O poder da validação


Todo mundo é inseguro, sem exceção. Os super-confiantes simplesmente disfarçam melhor. Não escapam pais, professores, chefes nem colegas de trabalho.

Afinal, ninguém é de ferro. Paulo Autran treme nas bases nos primeiros minutos de cada apresentação, mesmo que a peça que já tenha sido encenada 500 vezes. Só depois da primeira risada, da primeira reação do público, é que o ator se relaxa e parte tranqüilo para o resto do espetáculo. Eu, para ser absolutamente sincero, fico inseguro a cada novo artigo que escrevo, e corro desesperado para ver os primeiros e-mails que chegam.

Insegurança é o problema humano número 1. O mundo seria muito menos neurótico, louco e agitado se fôssemos todos um pouco menos inseguros. Trabalharíamos menos, curtiríamos mais a vida, levaríamos a vida mais na esportiva. Mas como reduzir esta insegurança?

Alguns acreditam que estudando mais, ganhando mais, trabalhando mais resolveriam o problema. Ledo engano, por uma simples razão: segurança não depende da gente, depende dos outros. Está totalmente fora do nosso controle. Por isso segurança nunca é conquistada definitivamente, ela é sempre temporária, efêmera.

Segurança depende de um processo que chamo de "validação", embora para os estatísticos o significado seja outro. Validação estatística significa certificar-se de que um dado ou informação é verdadeiro, mas eu uso esse termo para seres humanos. Validar alguém seria confirmar que essa pessoa existe, que ela é real, verdadeira, que ela tem valor.

Todos nós precisamos ser validados pelos outros, constantemente. Alguém tem de dizer que você é bonito ou bonita, por mais bonito ou bonita que você seja. O autoconhecimento, tão decantado por filósofos, não resolve o problema. Ninguém pode autovalidar-se, por definição.

Você sempre será um ninguém, a não ser que outros o validem como alguém. Validar o outro significa confirmá-lo, como dizer: "Você tem significado para mim". Validar é o que um namorado ou namorada faz quando lhe diz: "Gosto de você pelo que você é". Quem cunhou a frase "Por trás de um grande homem existe uma grande mulher" (e vice-versa) provavelmente estava pensando nesse poder de validação que só uma companheira amorosa e presente no dia-a-dia poderá dar.

Um simples olhar, um sorriso, um singelo elogio são suficientes para você validar todo mundo. Estamos tão preocupados com a nossa própria insegurança, que não temos tempo para sair validando os outros. Estamos tão preocupados em mostrar que somos o "máximo", que esquecemos de dizer aos nossos amigos, filhos e cônjuges que o "máximo" são eles. Puxamos o saco de quem não gostamos, esquecemos de validar aqueles que admiramos.

Por falta de validação, criamos um mundo consumista, onde se valoriza o ter e não o ser. Por falta de validação, criamos um mundo onde todos querem mostrar-se, ou dominar os outros em busca de poder.

Validação permite que pessoas sejam aceitas pelo que realmente são, e não pelo que gostaríamos que fossem. Mas, justamente graças à validação, elas começarão a acreditar em si mesmas e crescerão para ser o que queremos.

Se quisermos tornar o mundo menos inseguro e melhor, precisaremos treinar e exercitar uma nova competência: validar alguém todo dia. Um elogio certo, um sorriso, os parabéns na hora certa, uma salva de palmas, um beijo, um dedão para cima, um "valeu, cara, valeu".

Você já validou alguém hoje? Então comece já, por mais inseguro que você esteja.

Postado por: Equipe nosso.blogger.
Texto retirado do site: primeiroprograma.com.br



Escrito por Equipe Nosso.Blogger �s 18h32
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Olhares e pensamentos de um ex-motoboy

Ao me sentar diante do computador e redigir este texto, fico pensando quantas pessoas do nosso País, da nossa sociedade, estão realmente buscando uma mudança em suas vidas, pessoal e profissional. Trabalhei com vendas, cobrança e área comercial, até que um belo dia acordei e descobri que minha mãe estava com câncer. Depois de 30 dias da descoberta, ela faleceu. Na seqüência, fiquei desempregado, a namorada engravidou e meu chão desabou. Fui despejado da casa onde morava, situação pra lá de humilhante. Bem, pai eu não tenho, nunca tive, tão pouco parentes que pudessem ajudar.

A namorada foi pra casa da mãe. Eu até cheguei a ficar por lá uma semana, mas vocês sabem como é visita na casa de sogra... Depois de três dias, é que nem peixe, começa a cheirar mal. O que sobrou para mim foram as ruas; 17 dias nas ruas e dez no albergue. Esta experiência não recomendo a ninguém, mas ela mudou minha vida. No primeiro momento, para pior e, no segundo, para melhor. Mas o elemento principal foi minha força de vontade e uma rede de coincidências que me ajudaram a melhorar.


Passado este período nas ruas, fui para casa de um amigo; com a ajuda dele e de outros dois amigos, fui trabalhar como motoboy. Eram quase 17 horas por dia correndo no trânsito louco e caótico de Sampa. Mas tudo bem, no final do mês eram 1.800 reais na conta pra comprar as coisas do bebê e continuar a vida. Como motoboy, aprendi que respeitar o próximo é fundamental para sobreviver, não que eu já não soubesse disto. É que, muitas vezes, é necessário ter pelo próximo um respeito que nem mesmo ele tem por si próprio. Você que dirige sabe do que eu estou dizendo. Por exemplo, você esta na Marginal Pinheiros, pista do meio, dá a seta para ir para a esquerda, o carro da esquerda acelera para você não passar e se você insistir, já sabe o que vem pela frente.


Hoje, nas ruas de Sampa, temos uma verdadeira guerra entre carros e motos. Os motoboys, por sua vez, criaram e incorporaram a cultura de que eles são mais importantes que os demais. Que só eles têm pressa, só o trabalho deles é importante. Na realidade, não é assim. Cada trabalhador desta cidade tem a sua importância, seja o gari, o motoboy ou um alto executivo em seu carrão. O motoboy acorda cedo sai de casa rumo à empresa como muitos outros trabalhadores. Então nada justifica a sua falta de educação e desrespeito no trânsito. Não que eu nunca tenha transgredido as regras, mais aprendi, e rápido, muito rápido, que cada vez que você transgride, você falta com respeito a você e ao próximo, sem contar que uma única vez pode lhe ceifar o bem mais precioso: a vida.


Trabalhei nas ruas durante longos e duros três anos e nove meses. Sol, calor e chuva fazem parte deste contexto. Durante o dia, no esporádico, onde se recebe 5,50 por hora trabalhada e, como a maioria, à noite, em uma pizzaria. Para aqueles que acham que motoboy é tudo bandido e mal educado, eu posso dizer nem todos, mas tem cara que sai de casa de jaqueta e mochila, pinta de motoboy pra fazer 157, assalto a mão armada. Daí o preconceito é geral, todo mundo tem medo e não é pra menos. Cheguei a presenciar oito assaltos em um único dia, fora latrocínio, roubo seguido de morte.


Motoboy que chuta retrovisor também tem aos montes e para que, eu me pergunto. Grandes amigos durante este período eu fiz, muitos deles já se foram, morreram no trânsito... acidente assalto, hoje são estatísticas. Segundo a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), nos últimos quatro anos, a frota de motos na capital paulista cresceu 53,3%, e o número de óbitos de motociclistas, 38,5%. Já a falta de educação, ninguém calculou, mas os números estão aí e não foi eu quem fez a conta. Lá, no início deste texto, eu disse que uma rede de conhecidências mudou minha vida, então irei falar disto agora.


O apresentador Luciano Huck teve seu rolex roubado por dois motoqueiros em 2007, na região do Itaim Bibi, zona sul de sampa. O assunto causou muita polêmica devido a uma carta do apresentador ao jornal
Folha de São Paulo comentando a sua indignação. Na contra-partida, o cantor e escritor Ferrez deu o seu parecer favorável à ação dos bandidos. Eu não acreditei nem na contra partida do Ferrez, nem no fato do Luciano Huck ter ficado tão indignado com algo que lamentavelmente é tão corriqueiro em nossa cidade e acontece com muitas pessoas no decorrer do dia ter acontecido com ele.

Escrevi uma carta para o painel do leitor da
Folha de São Paulo, que foi publicada e lida por muitas, muitas pessoas, mais teve uma em especial que leu e mudou minha vida, foi o ex-secretário de Coordenação das Subprefeituras de São Paulo, que após ler, pediu para suas secretarias me procurarem. Após uma longa conversa, recebi um convite de trabalho que mudou minha vida. Hoje, trabalho no Poder Público desde novembro de 2007 e posso dizer que me encontrei, pois gosto do que faço e tenho talento para fazer. Aprendo todos os dias um pouco mais sobre a infra-estrutura urbana de nossa São Paulo e os problemas que mais a afetam e dou de maneira correta e responsável encaminhamento aos setores responsáveis para que o problema se resolva.

Somente no ano de 2009, foram mais 1.900 solicitações atendidas. E eu fiz grandes, grandes amigos em várias comunidades da grande São Paulo. E tento passar a eles a importância de respeitar o próximo e exercer a sua cidadania para que possamos ter uma cidade digna e mais humana. Quero ressalvar que as conhecidências ajudaram, mas a mudança profissional só vem com empenho e dedicação e a mudança pessoal, só acontece quando somos capazes de observar nossos erros e corrigi-los para que não mais o cometamos. De tudo isto que aconteceu comigo, irei levar a maior riqueza que um homen pode ter: o conhecimento adquirido, pois isto ninguém me tira. E São Paulo, por mais problemas que tenha, é a cidade do meu coração. Eu adoro este lugar e por isto costumo dizer às pessoas: exerca a sua cidadania, exerca o seu amor por São Paulo.

Postado por: Fabio Batista


Escrito por Fabio Batista �s 07h00
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NA CORDA BAMBA

Não sei o que tem acontecido aqui dentro
Às vezes tenho a sensação de que algo
Está mudando e está ficando fora do meu controle.

Não sei parece que um cubo de gelo vem crescendo
Aqui dentro dominado por completo tudo o que um
Dia fora quente e tranquilo.

Atormentado por um turbilhão de sentimentos 
Confusão, raiva e até mesmo ódio 
Vem tomando conta de partes que jamais imaginei
Que veriam trevas presentes no meu ser.

Cansei de reclamar 
Parei de sonhar 
Deixei de continuar


...às vezes acho que estou me tornando um poço...

Às vezes é difícil não ter a real consciência 
De quem realmente é...
Em que momento estou representando tentando agir
Como as outras pessoas, "me encaixar" ser parte do grupo
Acho que de SERES HUMANOS.

Atualmente nada tem me abalado
Nem um sentimento me tocado
Apenas o "nada", vazio por completo.

Poderia ser considerado um psicopata 
Pela frieza e incapacidade de padecer a dor dos outros
Tentando ser o mais "gentil e amável" 
Forçando belos sorrisos quando ali dentro não está rolando nada.

...acho que a solidão e amargura
Corroeram o que um dia fora minha alma...

Está difícil de controlar a raiva que tenho sentido
Querendo esfolar pessoas vivas com as palavras mais furiosas
Que nunca ousei pronunciar.

Para pessoas que talvez mereçam ouvi-las, mas quem sou eu pra julgar?

Só quero ser legal com os outros
Pelo simples fato de ser
E não me perguntar
Se este realmente sou eu.

Não quero usar está mascará
Não quero ser o monstro na pele de cordeiro
Esperando o melhor momento para...


...insônia...

Pensamentos fluindo
Sentimento represado
Coração apertado

Será que eu sempre fui assim
E hoje não consigo mais me enganar?

Sempre imagino uma cena em minha mente:
De um rapaz perdido em suas idéias
Sua mania de perfeição em um mundo imperfeito
Ele caminha vendo o mundo a sua volta
Todo o sofrimento a rodear-lhe, mas a ele não abala
A frieza tornou-se sua armadura.

Será que eu sou esse rapaz?
Espero que não.

Acho que li tantos livros de psicopatas que estou me tornando um.

Minha alma está tão seca
Quanto a paginas dos livros
Que eu leio tão incessantemente 
Pra completar o meu vazio.

Um trago amargo de cigarro 
Tentando transformar a fumaça
Que se vai em minha dor que
Dissipa-se na atmosfera, mas ela permanece aqui...


EU SÓ QUERO GRITAR!!!

Eu não posso contar...
Eu não sei chorar...
Só sei que estou
NA CORDA BAMBA.

Postado por: Iran Augusto
Blog: http://irancadesc.wordpress.com/

 



Escrito por Iran A. Neves da Silva �s 00h13
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Mais uma vez o NOSSO.BLOGGER não poderia deixar de prestar uma Homenagem os 2 anos do falecimento de Michael Jackson, por isso estamos publicando o primeiro texto do Nosso.Blogger que fala justamente um pouco da história do REI do POP Michael Jackson.

Boa Leitura!!!

Michael Jackson foi realmente um grande astro, um cara diferenciado, sua carreira começou muito cedo, desde seus sete anos de idade já cantava junto com seus irmãos no grupo Jacksons 5, mas logo se lançou em carreira solo.

Em pouco tempo se transformou em um fenômeno da musica pop, não era reconhecido apenas pelas suas musicas, mas também por sua dança que virou referencia mundial e claro uma ênfase para seus clips musicais que foram revolucionários para a época, dizem até que seus clips foram responsável pela popularização do canal MTV.

Sua carreira foi cercada de muito sucesso e fama, mas já não se pode dizer o mesmo de sua vida pessoal, envolvido em vários escândalos sua imagem foi sendo manchada ao longo do tempo.
Polêmicas causadas por um possível envolvimento com abuso infantil, sua aparência também gerou polêmica e claro principalmente sua mudança de cor causada por vitiligo.

Outros fatos também marcaram a vida do astro do pop como sua saúde, vida financeira, casamento e seus filhos, mas muitas vezes acabavam por não comentar o outro lado desse fenômeno musical.

A ênfase dada a essas polêmicas acabavam por abafar as coisas boas que ele fazia não se ouvia dizer, por exemplo, sobre a Dangerous Wold Tour que foi responsável por doações milionárias à centros de caridade .

Desde pequeno Michael e seus irmãos sofreram muitos abusos por parte de seu pai, principalmente nos ensaios, se algo saísse errado ou não fosse do gosto de seu pai era surra na certa, Michael contou anos mais tarde que chegava a vomitar só de lembrar as maldades que seu pai cometia, ele sofria muito de solidão.

Não queremos tomar partido em nenhuma posição a respeito da vida de Michael, mas vale ressaltar que uma pessoa que sofreu tanto principalmente na infância, tinha tudo para ser uma pessoa revoltada e de mal com a vida. Não precisamos ir longe, basta procurar um pouco na internet que podemos encontrar pessoas que passaram por casos semelhantes que anos mais tarde se mataram ou pelo menos mataram os causadores desta revolta oprimida.

Mas Michael era diferente, sempre de bem com a vida, alegre e muito espontâneo. Podemos ver estas qualidades claramente no documentário feito posteriormente a sua morte (THIS IS IT).
Ele era uma pessoa preocupada como os outros, com o planeta sempre passando mensagens de amor (Love Lives Forever), uma pessoa que sofreu tanto ainda foi capaz de escrever lindas canções como é o caso de HEAL THE WORLD, onde a letra diz assim:

Há um lugar no seu coração

E eu sei que é amor

E este lugar pode ser

Muito mais brilhante do que amanhã

 

E se você realmente tentar

Você verá que não há necessidade de chorar

Neste lugar você vai sentir

Que não há mágoa ou tristeza

 

Há maneiras de chegar lá

Se você se importa o suficiente com a vida

Faça um pouco de espaço

Faça um lugar melhor

 

Cure o mundo

Torne-o um lugar melhor

Para você e para mim

E toda a raça humana (continua...)

Michael Jackson-KING OF



Escrito por Equipe Nosso.Blogger �s 11h25
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